PORTO SEGURO - O Ministério Público (MP) começou a ouvir esta semana, em Porto Seguro, as testemunhas da morte do trabalhador Luiz Carlos Bonfim, 30 anos.
Até agora, prestaram depoimento a empresária, que acompanhava a vítima na hora do crime, e dois colegas de trabalho. O artesão foi assassinado, na semana passada, por uma policial que teria confundido ele com um seqüestrador.
Durante uma abordagem policial, o artesão Luiz Carlos Bonfim foi morto com um tiro na região do abdômen. A autora da disparo, a agente da Polícia Civil Tatiane Vaz Guimarães é considerada pela delegada Teronite Guimarães uma das policiais mais preparadas da corporação. Ela trabalha comigo há dois anos e, nesse período, nunca aconteceu coisa semelhante.
A empresária conta uma história diferente. Não teve abordagem. Teve tiro, só isso. O caso está no Ministério Público. Tatiane está temporariamente afastada da polícia para tratamento psicológico.
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