Em protesto contra sócios, empresário fecha empresa de táxi em Eunápolis

Ele ficou revoltado depois que teve veículo suspenso por recusa de corrida

Redação RADAR 64
Publicado em 13/06/2018 às 09h16
Foto: Gustavo Moreira / RADAR 64 
Computadores e linhas telefônicas foram desligados; atendente foi impedida de sair da central

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EUNÁPOLIS - O sócio de uma empresa de táxi, no centro de Eunápolis, manteve a empresa fechada por mais de oito horas, entre o fim da noite de terça-feira (12) e a manhã desta quarta (13).

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Segundo a polícia, Alex Aguiar, 37 anos, ficou revoltado porque um dos seus veículos foi suspenso por 12 horas, por decisão da diretoria, depois que o seu motorista teria se recusado a atender a uma corrida de curto trajeto, cujo valor é mais baixo.

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Por volta das 23h, ainda de acordo com a informação, Alex foi até a central da Chame-Táxi, na Rua Rui Barbosa e desligou os computadores e as linhas telefônicas. Ele também fechou as portas.

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No entanto, ele falou que não manteve a funcionário refém, conforme denúncia recebia pela Polícia Militar. Após a chegada da polícia e dos outros sócios, houve uma negociação e ele abriu a porta.

Foto: Gustavo Moreira / RADAR 64  
Sócio só liberou a funcionária pela manhã; ele alegou que vem sendo perseguido pela diretoria da empresa

O QUE DIZ O ACUSADO - Em entrevista ao RADAR 64, Alex rebateu a acusação, alegando que está sendo perseguido pela diretoria da Chame-Táxi, da qual é sócio há quatro anos. Ele afirmou que o seu motorista disse apenas que o cliente, que queria se deslocar do Colégio Armando Ribeiro Carneiro ao bairro Edgar Trancoso, um trajeto de menos de dois quilômetros na região central, pagaria a corrida com cartão de crédito.

“Ele avisou que não teria como receber o valor, pois a nossa maquineta de cartão não estava funcionando. Mesmo assim, ordenei que realizasse a corrida e pedisse para o passageiro assinar uma nota, o que foi feito”, assegurou.

Alex reconheceu que a atitude que tomou não foi das mais acertadas. “Eu estava muito nervoso, queria apenas uma reunião com a diretoria”, finalizou. Ele falou ainda que não impediu que a funcionária saísse.

A diretoria da Chame-Táxi informou que, além do prejuízo financeiro, durante o período em que as linhas da central ficaram desligadas importantes serviços não puderam ser prestados, como transporte de pessoas doentes e estudantes. Naquela noite, diz a empresa, dois veículos, cujos motoristas se recusaram a atender a solicitação, foram suspensos.

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