Mestre de capoeira baiano é morto a facadas após discussão política

'Intolerante e agressivo', diz delegada sobre barbeiro que matou capoeirista

Do A Tarde
Publicado em 09/10/2018 às 09h19
Foto: Divulgação / SSP-BA 
Paulos Sérgio foi apresentado no Departamento de Homicídios e Proteção á Pessoa

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O mestre de capoeira e compositor Romualdo Rosário da Costa, 63 anos, conhecido como Moa do Katendê, foi morto a facadas na noite de domingo (7), após uma discussão política no Bar do João, na comunidade do Dique Pequeno, no Engenho Velho de Brotas, em Salvador. 

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Segundo informações da Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), o autor do crime, Paulo Sérgio Ferreira de Santana, 36 anos, não concordou com a posição política de Moa, contrária ao candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL), e desferiu 12 facadasnas costas da vítima.

O suspeito foi preso e confessou o crime à polícia. Segundo a SSP-BA, ele teria se aproximado do grupo em que Moa estava e afirmado que era eleitor de Bolsonaro. Ao receber como resposta que o grupo votava no PT, o homem saiu do estabelecimento, buscou uma arma branca em casa e retornou ao bar.

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À delegada Milena Calmon, entrentanto, Paulo Sérgio negou que o crime tenha sido motivado por política, e afirmou foi motivado por discussões relacionadas a futebol. O irmão do artista, Germínio do Amor Divino Pereira, 51 anos, também foi esfaqueado no braço e encaminhado ao Hospital Geral do Estado (HGE).

Paulo Sérgio foi apresentado na manhã desta segunda-feira, 8, no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), e disse estar arrependido do crime

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