Portadores de deficiência promovem feijoada beneficente para ajudar obras da ASDEFE

O objetivo é arrecadar fundos para ajudar as obras da entidade

Rose Marie Galvão
Publicado em 24/08/2018 às 18h08
Foto: Arquivo pessoal 
A feijoada custa apenas R$ 10,00 e o dinheiro será repassado para a instituição que hoje possui sede social

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EUNÁPOLIS - A Associação das Pessoas Portadoras de Deficiência de Eunápolis – ASDEFE – está promovendo a segunda feijoada da Asdefe será neste domingo (26), às 11h30, com o objetivo de arrecadar fundos para ajudar as obras da entidade que atua no município com ações complementares de inclusão para centenas de pessoas com algum tipo de deficiência física ou motora.

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Conforme explicou a coordenadora da ASDEFE, professora Maria da Glória Ferreira, a feijoada custa apenas R$ 10,00 e o dinheiro será repassado para a instituição que hoje possui sede social, em área murada, com água, luz, cerca elétrica. A sede social da Asdefe fica na Rua Adolpho Xavier Gomes, número 396, ao lado do Cartório Eleitoral, no Bairro Dinah Borges.

“Precisamos da ajuda da sociedade eunapolitana e agradecemos muito a quem puder nos ajudar, toda ajuda é bem vindo quanda a proposta é fazer o bem”, disse a voluntária Maria da Glória.

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ESTATÍSTICAS

De acordo com o último Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, quase 24% da população brasileira possuem algum tipo de deficiência. Para dar maior visibilidade a essa significativa parcela da população, professora Maria da Glória chama a atenção que este percentual significa quase 15 mil pessoas somente em Eunápolis.

“Muitos portadores de deficiência não possuem estrutura para sair de suas casas e ainda estamos tentando desenvolver políticas públicas para receber uma geração inteira de vítimas da microcefalia”, alertou ela.

Além disso, a deficiência pode bater na porta de qualquer pessoa. Segundo George, um dos fundadores da ASDEFE, “80 por cento dos portadores de algum tipo de deficiência física são vítimas de acidentes, bala perdida, afogamento ou desastre natural”.

Selma, por exemplo, deficiente visual que faz parte da instituição, conta que perdeu a visão completamente aos 14 anos. Por outro lado, é comum que idosos percam a visão ao chegar à terceira idade.

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