Psicooncologista diz porque câncer de mama ainda assusta muitas mulheres

Especialista fala sobre atitudes que podem ajudar no tratamento e na qualidade de vida

Por Maria Eduarda Toralles / RADAR 64
Publicado em 10/10/2017 às 19h47

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EUNÁPOLIS - Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), várias pesquisas “referentes ao câncer de mama comprovam que pacientes que participam de atendimento psicológico possuem um melhor ajustamento à doença, reduzem os distúrbios emocionais (como ansiedade e depressão), melhoram a adesão ao tratamento e diminuem os sintomas adversos associados ao câncer e aos tratamentos, podendo até obter um aumento no tempo e na qualidade de sobrevida”.

Com base nesta informação, o RADAR 64, em apoio ao movimento internacional de luta contra o câncer de mama, o Outubro Rosa, conversou com a psicooncologista Marilia Martins Reis.

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Eunápolis ainda não possui um centro de apoio público direcionado a esse tipo de paciente, mas a psicooncologista deu algumas sugestões de como familiares, amigos e grupos religiosos e sociais podem dar um suporte psicológico fundamental a pacientes com diagnóstico de câncer.

Marília falou sobre o porquê da doença ainda assustar muitas pessoas, mesmo nos dias de hoje, quando os avanços da ciência já possibilitaram exames e tratamentos mais assertivos que muitas vezes levam a cura.

Ela falou ainda sobre a importância dos exames de prevenção e analisou como certas atitudes de alguns grupos, como raspar o cabelo em apoio a algum paciente, por exemplo, pode ajudar na aceitação e enfrentamento da doença. 

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